O Lapf foi criado em 2008 no âmbito do Departamento de Educação da PUC-Rio, tendo sido registrado no diretório do CNPq entre 2009 e 2011. Seu objetivo foi a promoção da análise dos processos de agenciamento de identidades, memórias e territórios coletivos, em sua relação com os processos de produção e transmissão do conhecimento, tanto em suas modalidades escolares quanto não escolares. A partir de 2012, porém, suas atividades regulares foram encerradas. Este espaço permanece disponível como registro desta experiência de pesquisa e como meio para que seus antigos participantes eventualmente possam continuar divulgando e promovendo o tema.
Mostrando postagens com marcador Eventos Acadêmicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eventos Acadêmicos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

GT sobre 'Agenciamentos Classificatórios, Processos de Mediação e Representação Política' na 28a. RBA

GT03 AGENCIAMENTOS CLASSIFICATÓRIOS, PROCESSOS DE MEDIAÇÃO E REPRESENTAÇÃO POLÍTICA.
Coordenadores:
Wilson José F. de Oliveira (UFS)
José Maurício Arruti (PUC-Rio)

28ª Reunião Brasileira de Antropologia

Ementa:

Este GT propõe reunir trabalhos dedicados ao estudo das diferentes formas de mediação envolvidas nas dinâmicas de instituição de sujeitos políticos em demandas por direitos (territoriais, ambientalistas, religiosos, educacionais, sexuais, etc.) sustentados em reclassificações sociais. Priorizamos o estudo dos atores sociais em luta pela constutuição de novos modos de representação que, sustentado em estratégias de objetivação de identidades pensadas como primordiais, contribuem para uma crescente reconfiguração do modelo de representação política mais ampla. Para isso, destacamos o conceito de mediação, de forma a enfatizar tanto o problema dos mecanismos de produção de consenso em torno de certos modos de postular diferenças, quanto o campo prático-discursivo no qual os grupos não só são representados, mas propriamente instituídos. O debate em torno desta problemática se organizará em torno de três eixos:
- o das dinâmicas locais, nas quais o reconhecimento público dos sujeitos coletivos se constrói pari passu aos processos internos de identificação;
- o dos agentes e campos de mediação, em especial aquele configurado a partir da interface entre academia, instituições, organizações e movimentos sociais diversificados; e
- o das formas de nominação estatal e de definição de políticas públicas e de formas de acesso a direitos.

28a. RBA - Tema: “Desafios Antropológicos Contemporâneos”
Data: 02 a 05 de Julho de 2012
Local: PUC-SP
Para submeter propostas de atividades para a reunião acesse o endereço eletrônico
http://www.28rba.abant.org.br/ e confira as regras gerais.

domingo, 24 de julho de 2011

Colóquio: Dispositivos urbanos e tramas dos viventes: ordens e resistências


Colóquio: “Dispositivos urbanos e tramas dos viventes: ordens e resistências”
09 a 11 de novembro na UERJ, Rio de Janeiro

Em Foucault a idéia de dispositivo, essencialmente estratégica, é a de um conjunto produzido pelo cruzamento heterogêneo de relações de poder e de saber.  Vamos tomá-la como referência inicial para pensar algumas questões relativas ao “urbano”. As grandes metrópoles têm enfrentado permanentemente imposições do modelo econômico liberal que, por sua vez, se apresentam e se articulam com projetos variados de estruturação e ordenamento da cidade no plano político, social e cultural. Políticas de habitação, de patrimônio, de cultura, de gestão de conflitos, de “pacificação”, de controle ambiental, de combate à criminalidade - todas, sem exceção, possuem como um dos seus elementos ordenadores a presença de uma população “pobre” na cidade, vista como a grande “questão social” a ser “resolvida”. De modo geral, esses projetos ancoram-se em discursos que, tendo a temática da ordem urbana como mote, promovem horizontes sociais e políticos bastante heterogêneos em termos da gestão da cidade. No entanto, há neles uma premissa em comum, a saber, colocam aqueles identificados como pobres como o grande obstáculo ao seu desenvolvimento. O objetivo deste colóquio é promover uma discussão que nos ajude a analisar os dispositivos postos em funcionamento para gerir a pobreza e as formas de resistência de indivíduos e grupos que afloram e também estruturam a vida em espaços diversos. Quais têm sido as margens de manobra, as adaptações, as escolhas, os horizontes e as táticas de resistência que encontramos em nossos estudos de caso, no interior desse universo sem limites precisos, mas atravessado por fronteiras variadas, que é o da pobreza urbana? 
Patricia Birman e Carly Machado


09 de novembro: 


9h Abertura
Palestra de Michel Agier (EHESS/Paris)
Debatedora: Cornélia Eckert (PPGAS/UFRGS)

14h Mesa-redonda: Entre o legal e o ilegal: práticas e discursos sobre o urbano

A questão do deslizamento entre o “legal” e o “ilegal”, já apontada por diferentes autores, ganha relevância quando levamos em conta os alvos precisos das políticas urbanas. Percebemos no Rio de Janeiro, bem como em outras metrópoles, políticas variadas que se projetam em nome do combate ao crime, da “pacificação” de territórios, do “meio ambiente”, da “modernização” da cidade, do “desenvolvimento do turismo” e do “resgate do patrimônio”. Seus entrelaçamentos, contradições e complentaridades na definição dos estatutos, direitos, atribuições e pertencimentos identitários das populações concernidas têm engendrado efeitos também múltiplos nas tramas de vida dos indivíduos. Como analisá-los?
Fernando Rabossi (IFCS/UFRJ)
Lia Mattos (UERJ)
Rafael Gonçalves (PUC-Rio)
Cesar Pinheiro Teixeira (IFCS/UFRJ)
Moderadora: Patrícia Birman (UERJ)
Debatedora: Sandra de Sá Carneiro (UERJ)

10 de novembro:
“Presos do lado de fora”: periferias, quilombos, favelas e ocupações

A nossa tentativa, como a expressão foulcauldiana acima sugere, é de aproximar essas diferentes identificações territoriais que hoje concernem aos moradores das metrópoles. De um lado, trata-se de levar em conta o fato de que todos esses espaços são marcados por uma forma de exclusão da cidade “oficial” De outro lado, tentaremos destacar as dificuldades, as ações e as dinâmicas que acompanham a identificação, sempre instável, das fronteiras impostas e dos estatutos sociais e políticos dos seus habitantes. De que forma é possível aproximar e distinguir as demandas e as dificuldades enfrentadas pelos moradores de uma metrópole quando encarados através do pertencimento a esses diferentes territórios?

9h Mesa-redonda
Veronique Boyer (CNRS)
Delma Pessanha (UFF) 
José Maurício Arruti (PUC-Rio)
Jerome Souty (UERJ)
Moderadora: Simone Vassalo  (UERJ)
Debatedor: André Figueiredo (UFRuralRJ)

14h Mesa-redonda
Jussara Freire (UENF)
Bianca Medeiros (FGV)
Adriana Fernandes (UERJ) 
Amanda Dias (Global Prayers)
Moderadora: Maria Josefina (UERJ)
Debatedora: Clara Mafra (UERJ)

11 de novembro:

10h  
Palestra: Vera Telles (USP)
Debatedor: Michel Agier (EHESS/Paris)

14h Mesa-redonda: Experiências de terror: revelação e ocultamento
Entre projetos de ordem e de resistências mais ou menos explícitas, uma margem de experiências de terror se encontra em uma zona submersa e quase invisível no meio urbano. Não é que não se saiba, ao contrário, tortura e crimes bárbaros estão sempre nas manchetes dos jornais. A revelação, como diria Michael Taussig, não exclui mas exige também um ocultamento. Pretendemos tratar aqui da dinâmica que envolve esses dois movimentos: de um lado, através do que se destaca pela mídia; e de outro lado, através do que se oculta, ou ainda, do que se invisibiliza quando se revela o terror dos crimes cotidianos. Como identificar e analisar os contextos, as situações e os atores dessas experiências de terror?
José Claudio Souza Alves (UFRuralRJ)
Carly Machado (UFRuralRJ)
Juliana Farias (IFCS/UFRJ)
Myriam Santos (UERJ)
Adriana Vianna (MN/UFRJ)
Moderação e Encerramento:  Márcia Leite (UERJ)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Direitos Humanos, Memórias e Políticas de Reconhecimento


IX RAM - Reunião de Antropologia do Mercosul
UFPR, Curitiba, de 10 a 13 de julho de 2011

GT30 - Direitos Humanos, Memórias e Políticas de Reconhecimento

Valentina Salvi (Conicet)
Marcella Beraldo de Oliveira (UFJF)
Liliana Lopes Sanjurjo (UNICAMP)

O GT propõe discutir a temática dos Direitos Humanos considerando a generalidade e a localidade em que essa categoria é acionada, articulando a universalidade e a particularidade de seus usos. Afastando-se das discussões teóricas mais normativas, a idéia é problematizar como a noção de Direitos Humanos – que se remete à articulação entre os chamados direitos sociais e as liberdades individuais, bem como à diversidade cultural e a defesa dos valores democráticos –, é apropriada e instrumentalizada por distintos atores sociais para a negociação de direitos em situações estratégicas específicas. Priorizaremos trabalhos vinculados a dois eixos temáticos: 1) o debate acerca da memória e violência das ditaduras do Cone Sul (direito à verdade, luta contra a impunidade, direito a identidade, reparação e reconhecimento); e 2) questões sobre direitos de cidadania e desigualdades sociais em que diferenças étnicas, de classe, sexuais, etárias, geracionais, religiosas etc, são base para discriminações e construções de hierarquias.

Para visualizar a programação completa deste GT clique aqui



3ª Sessão: Educação, Direitos e Políticas de Reconhecimento
Coordenação: Marcella Beraldo de Oliveira(UFJF)

Debate: José Maurício Arruti(PUC-Rio), Valentina Salvi (UBA-CONICET)
Título Tipo Participantes Resumo Trabalho completo
Los indígenas en Salta (Argentina) despues de las políticas de reconocimiento. Perspectivas Oral Catalina Buliubasich - Autor (CEPIHA. UNSa)

Educação em Direitos Humanos: a justiça social em debate Oral Brena Costa de Almeida - Autor ()
Ana Caroline A. Oliveira - Co-Autor (UFMA)
Flavio L. Castro Freitas - Co-Autor (UFMA)

O Direito das Crianças na sociedade dos Adultos: Diferenças de Compreensão, Conflito e Superação. Oral Antonio Luiz da Silva - Autor (UFPB)

Passaporte cultural e político: observações sobre a inserção das religiões no espaço publico escolar Oral Maria Edi da Silva - Autor (UFPE)

SER OU NÃO SER MINORIA: A (DES)CONSTITUIÇÃO DA REALIDADE PELO DIREITO NO CASO CAIÇARA Oral Larissa Mizutani - Autor (UnB)

NO CORAÇÃO DA SELVA: ATENTADOS À CONDIÇÃO HUMANA NA FRONTEIRA FRANCO-BRASILEIRA Oral Dorival da Costa dos Santos - Autor (UFF)

"Conflictos sociales y representaciones colectivas: su abordaje en las instituciones escolares" Oral María Luján Bertella - Autor (UNTREF / UBA)

A Fala de Tupã’I, Vida e Afirmação de um Líder Guarani: os novos caminhos da liderança indígena. Painel José Henrique Prado - Autor (UFGD)
Bruna Egidio - Co-Autor (UFMS)

Repertorias.Un tiempo y un lugar para contar nuestras historias. Painel Daniel Trincheri - Autor (FBA UNLP)
Marcela Trincheri - Co-Autor ()
Adriana Clavijo - Co-Autor ()

Efetividade dos Direitos Humanos na execução da pena:Uma análise no Presídio Regional de Santa Maria Painel Alessandra Alfaro Bastos - Autor (UFSM)

Etnografias e Culturas Escolares no Mundo Ibero-Latino-Americano


IX RAM - Reunião de Antropologia do Mercosul
UFPR, Curitiba, de 10 a 13 de julho de 2011

GT37 - Etnografias e Culturas Escolares no Mundo Ibero-Latino-Americano

Amurabi Oliveira (UFAL)
Sandra Tosta (PUC-MG)
Ricardo Vieira (IPL – Portugal)

Na antropologia, questões que dizem respeito às formas de produção, transmissão e distribuição do conhecimento, nas diversas sociedades e culturas tem-se mostrado uma constante em seu debate. Longe de configurar algo novo, como nos aponta Gusmão, o diálogo entre a antropologia e a educação remonta ao próprio debate do culturalismo americano, iniciado por Boas, mas continuado por autores como Mead e Benedict. Buscamos aqui alargar o debate entre estes dois campos, destacando o universo escolar como objeto antropológico, bem como a etnografia como possibilidade metodológica para o este universo. Pensar a educação (e a escola de modo particular), como universo de práticas, representações, fricção interétnica, etc, é trazer à tona a necessidade de lançar um olhar antropológico sobre tal realidade. Abrimos, assim, a possibilidade para os mais diversos diálogos possíveis entre estes dois campos, destacando o caráter polifônico desta articulação.


Trabalho do Lapf:
José Maurício Arruti -(PUC-Rio)
- O debate em torno de uma “educação quilombola” – notas entre o micro e o macro
Resumo:
Este trabalho tem o objetivo de apresentar um breve panorama do debate que começa a ser desenhado em torno de uma proposta de "educação diferenciada", voltada especificamente para as populações quilombolas. Tendo por referência desde os macro-dados do Censo Escolar, até a etnografia de uma disputa local, travada no contexto de uma comunidade quilombola em particular, mas passando também por experiências municipais, estaduais e nacional de definição de Diretrizes para a “educação quilombola”, nossa investigação busca delimitar o campo de mediações políticas, institucionais e culturais em torno do tema, destacando os pressupostos e categorias centrais do debate. Para isso será fundamental identificar as relações entre a emergente idéia de "educação quilombola" e experiências anteriores e já relativamente consolidadas, como a Educação Indígena e a Educação do Campo.

Para visualizar a programação completa deste GT clique aqui



Os usos da antropologia em tempos de multiculturalismo oficial


IX RAM - Reunião de Antropologia do Mercosul
UFPR, Curitiba, de 10 a 13 de julho de 2011


MR 35 - Os usos da antropologia em tempos de multiculturalismo oficial: dilemas e desafios da relação atual entre antropologia e estado

Coordenação: José Maurício Arruti (PUC-Rio)
Coordenação: Miriam Hartung (UFSC)
José Antonio Kelly (UFSC)
Morita Carrasco (UFBA)
Vânia R. Fialho e Souza (UFPE)

13/07/2011 – 4ª feira – Horário: 9h-11h30

Os Estados latino-americanos contemporâneos foram marcados, na última década, pela disseminação de reformas constitucionais e pela implantação de políticas de reconhecimento da diversidade sócio-cultural. Ao inverter o postulado assimilacionista e assumir o multiculturalismo como matriz política e jurídica, buscam incorporar novos saberes e gramáticas, cujo fundamento está na Antropologia. Tal reaproximação entre Antropologia e Estado já não pode ser vista nem como variação do papel da disciplina no empreendimento colonial, nem apenas como crítica ao Estado monocultural e nem pode ser interpretada dentro dos estreitos limites do debate operacional e metodológico. Tal relação implica, hoje, em novas tensões, desafios e dilemas. Trata-se, pois, de discutir o ponto de vista da disciplina neste novo contexto de reaproximação com o Estado e o impacto dessa relação sobre seus pressupostos teóricos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Estudos sobre Mediação e Alteridade



Seminário do Grupo de Estudos sobre Mediação e Alteridade (GEMA)
Universidade Federal de São Paulo / CEBRAP - 25 a 27 de maio de 2011

Universidade Federal de São Paulo - 25 a 26 de maio de 2011 

Religião e alteridade
Data: 25 de maio de 2011
Horário: 14h00-16h30

Em debate: 
Missões católicas e protestantes no Planalto Central angolano colonial em perspectiva comparada – Iracema Hilário Dulley (Doutoranda – USP/Cebrap)
Controvérsias e alteridade: um primeiro olhar sobre a circuncisão em mulheres Kikuyu no Quênia – Alessandra Gando Guerra (Graduanda – Unicamp/Cebrap)
Construindo alteridades: relações entre padres, pastores e xamãs na descrição antropológica e histórica – Thiago Fijos de Souza (Graduando – Unifesp/Cebrap)

Debatedores convidados: 
Prof. Dr. John Monteiro (Unicamp)
Prof. Dr. Omar Thomaz (Unicamp)
Profa. Dra. Cristina Pompa (Unifesp/Cebrap)

Horário: 17h00-19h30
Exposição: “Outros Outros: Um Jesuíta, um Brâmane e as Fronteiras da Alteridade na Índia, Século XVII” – Prof. Dr. John Monteiro
"A antropologia, os campos e a etnografia de situações limite" – Prof. Dr. Omar Thomaz (Unicamp)
Construindo o outro: a herança das categorias missionárias – Profa. Dra. Cristina Pompa (Unifesp/Cebrap)

Religião e debates públicos

Data: 26 de maio de 2011
Horário: 09h00-11h00

Em debate: 
Religião, televisão e esfera pública: por uma abordagem relacional – Leonardo Siqueira Antonio (Mestrando – PPGCS/Unifesp/Cebrap)
O vai e vem dos conceitos: de categoria analítica a categoria nativa ou vice versa. O caso do sincretismo – Profa. Dra. Melvina Afra Mendes de Araújo (Unifesp/Cebrap)
“Temos compromisso com os pobres”: processos de construção de alteridade e mediação entre protestantes históricos e “comunidades carentes” – Dra. Eva Lenita Scheliga (Cebrap)
Lendo Museus Salesianos – Aramis Luis Silva (Doutorando – USP/Cebrap)
Debatedores convidados: 
Profa. Dra. Patrícia Birman (UERJ)
Prof. Dr. Rúrion Melo (Unifesp/Cebrap)

Religião, mediação e identidades
Data: 26 de maio de 2011
Horário: 11h30-13h30

Em debate: 
“Comunidades remanescentes de quilombos” – Sabrina D’Almeida (Mestranda – PPGCS/Unifesp/Cebrap)
Sobre ‘violência’ em terras Yanomami – João Roberto Bort Júnior (Mestrando –PPGCS/Unifesp/Cebrap)
Os sinais da missão: disputas em torno da legitimidade da libras e do português sinalizado na Igreja Católica – Dr. César Augusto de Assis Silva (Pós-doutorando – Cebrap)
Debatedores convidados: 
Profa. Dra. Paula Montero (USP/Cebrap)
Prof. Dr. José Maurício Arruti (PUC/Rio)

Cebrap – 27 de maio de 2011 

Horário: 16h00-19h30
Exposição: 
"Utopias, heterotopias e alguns processos de mediação" – Profa. Dra. Patrícia Birman (UERJ)
“Alteridade: um objeto antropológico?” – Profa. Dra. Paula Montero (USP/Cebrap)
Em torno dos ‘processos de formação’ – Prof. Dr. José Maurício Arruti (PUC/RJ)
“Liberalismo e teoria crítica: Dois diagnósticos sobre a religião na esfera pública” – Prof. Dr. Rúrion Melo (Unifesp/Cebrap)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Lutas por Reconhecimento e processos de territorialização no Brasil

No dia 12 de maio (13hs) estaremos discutindo com os pesquisadores do Laboratório Estado, Trabalho, Território e Natureza, do IPPUR /UFRJ (Fundão, prédio da Reitoria, 5o. andar), a relação entre “Lutas por Reconhecimento e processos de territorialização no Brasil”. Estão todos convidados.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

Lapf no V Encontro de Escravidão e Liberdade

V Encontro de Escravidão e Liberdade



Sessão 3:
Comunidades negras e quilombos, ontem e hoje
11 de maio, quarta feira / 10h – 12h

Coordenadora e Comentarista:
Beatriz Loner (UFPel)

Trabalhos:

Cláudio Baptista Carle (UFPel) e Solange de Oliveira:
- COMUNIDADE QUILOMBOLA DE MAÇAMBIQUE: MEMÓRIA, MARCADORES TERRITORIAIS E PROCESSOS DE RESISTÊNCIA

Daniela Yabeta (doutoranda -UFF / Lapf PUC-Rio):
- "MARAMBAIA VERSUS MARINHA”: CONFLITO PELA TITULAÇÃO DE UM TERRITÓRIO QUILOMBOLA NO RIO DE JANEIRO
(Texto em PDF)

Rosane Aparecida Rubert (UFPel) e Luiza Spinelli Pinto Wolff:
- PARENTESCO ESCRAVO E EM COMUNIDADES NEGRAS RURAIS: UM ESTUDO DE CASO
.

quinta-feira, 24 de março de 2011

ANTROPOLOGIA E DIREITO NOS EMBATES EM TORNO DOS QUILOMBOS NO BRASIL

O Núcleo de Pesquisa, Documentação e Referência sobre Movimentos Sociais e Políticas Públicas no Campo e o NARUP do CPDA/UFRRJ convidam para o


DEBATE 
ANTROPOLOGIA E DIREITO NOS EMBATES EM TORNO DOS QUILOMBOS NO BRASIL

PROF. JOSE MAURICIO ARRUTI (PUC-RJ)
DIA – 08 DE ABRIL DE 2011 (sexta-feira)
HORA – 14.30 HORAS
LOCAL: CPDA – Av Pres. Vargas, 417 – 6º andar.
(Com direito à certificado. O texto do debate encontra-se no Núcleo de Pesquisa e Documentação- CPDA - 7º andar)

.

quinta-feira, 10 de março de 2011

CONVITE: Simpósio Temático / ANPUH 2011


Convite para apresentação de trabalhos no [Simpósio Temático 126]
Territórios Negros – história e memória na organização da posse da terra e das práticas espaciais de comunidades negras tradicionais
ANPUH 2011 / USP, de 17 a 22 de julho de 2011

Coordenadores: JOSÉ MAURÍCIO ARRUTI

Resumo: Este Simpósio Temático tem por objetivo reunir pesquisas relativas à história documental, história oral ou etnografia histórica de grupos sociais que, reconhecidos ou apenas auto-identificados como comunidades negras, tenham instituído territórios sociais particulares, seja por meio da ocupação, pela criação de redes sociais ou pela configuração de caminhos e percursos. Interessa-nos, em particular: (a) as modalidades de gênese ou produção destes territórios e espaços sociais; (b) as suas configurações sociais, históricas e espaciais; (c) os modos de apropriação contemporâneos a que tais territórios são submetidos ou dão lugar; (d) os processos de desapropriação ou reterritorialização destas comunidades; (e) as questões teórico-metodógicas relativas á re-produção e gestão de memórias individuais e coletivas destes espaços; e, finalmente, (f) o impacto das novas evidências, trazidas pela visibilidade destes grupos e territórios para as histórias locais e regionais. Privilegiaremos abordagens bem documentadas, que sejam capazes de se oferecer á reflexão teórico-metodológica interdisciplinar, com ênfase na relação entre História e Antropologia.

Justificativa: Uma confluência de abordagens recentes, oriundas de campos de debates distintos, tem apontado para o desenho de um campo temático novo, que fica a meio caminho entre a História e a Antropologia; entre a sociologia do campesinato e os estudos de etnohistória; entre a reflexão sobre os modos sociais de lembrar e de abordar o tempo e a historiografia de temas consagrados como a terra e a escravidão. A emergência de um movimento social quilombola e sua demanda pelo reconhecimento de direitos territoriais reivindicados com base em um modo de ocupação tradicional deu lugar, por sua vez, à produção de “laudos antropológicos” de identificação territorial, ao modo do que já ocorria no caso das áreas indígenas. Tais trabalhos, centrados fundamentalmente na abordagem da memória da ocupação e dos usos sócio-culturais do espaço, acabaram despertando grande interesse pelas evidências históricas inéditas que foram capazes de gerar, absolutamente desconhecidas, ou ao menos desconsideradas, pela historiografia tradicional. Isso gerou tanto conflito quanto interesse no diálogo por parte de historiadores e antropólogos, permitindo a afluência de interpretações oriundas dos campos de estudos sobre a posse e propriedade da terra no oitocentos; sobre as rebeliões escravas e quilombos; sobre tradições e redes sócio-religiosas e rituais escravas; sobre os lugares do tráfico ilegal de escravos; sobre a família escrava, sobre etnohistória e sobre o período pós abolição. Sugerimos que um Simpósio sobre o tema dos Territórios Negros possa servir como espaço de convergência e debate entre os aportes trazidos por estes campos, somados aos materiais levantados diretamente no exercício de produção dos citados “laudos antropológicos”.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Lapf - Seminários

  • Panorama Quilombola: Terra, Cultura e Educação (2009) [ver]

  • História Social da Ilha da Marambaia (2009) [ver]

  • Reflexões sobre o tempo: História e Educação (2010) [ver]
.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Seminário Internacional Quilombos das Américas

Seminário Internacional Quilombos das Américas

A Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (UFBA) sediou ontem, 30/11, a cerimônia de abertura do Seminário Internacional Quilombos das Américas, que ocorrerá na cidade até dia 02/12.

O evento é uma realização da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), por meio do seu Centro Nacional de Pesquisa em Hortaliças (CNPH), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por sua Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SESAN) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), através da Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (DEINT). Conta também com o apoio da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE), da Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM).

O objetivo do encontro é construir uma rede de políticas públicas e cooperação entre as comunidades afro-rurais do Brasil, Equador, Colômbia e Panamá, tendo em vista a promoção da soberania alimentar e a ampliação do acesso aos direitos econômicos, sociais e culturais.

Os painéis apresentados hoje (01/12) foram os seguintes: 1) Territórios e Populações Afro-Rurais nas Américas: contextualização histórica, cultural, social e econômica das populações afro-rurais; 2) Marcos Legais e Políticas Públicas para Populações Afro rurais – Panorama dos mecanismos de proteção social nos quatro países: marcos legais adotados por cada país em relação às suas comunidades afro rurais, incluindo a legislação nacional e as convenções internacionais.

Participaram do primeiro painel os professores Jorge José de Carvalho (UNB) e Jaime Arocha (Universidad Nacional de Colômbia). O professor Jorge Carvalho (UNB), destacou a singularidade dos quilombos, palenques, cumbes, maroons, cimarrones, como um fenômeno próprio da América do Sul, América Central, Caribe, e falou sobre as especificidades dos termos “quilombo” e “quilombismo”, que sempre nos remetem para situações de conflito e enfrentamento. O professor Jaime Arocha (Colômbia) criticou o compromisso do governo colombiano com o programa de biocombustíveis e nos mostrou os problemas que as comunidades afrocolombianas tem enfrentado, principalmente no que se refere à segurança alimentar e a permanecia em seus territórios ancestrais.

O segundo painel contou com a presença de Alexandro Reis (Seppir), José Chala (Corporación de Desarrollo Afroecuatoriano/ Equador) e Ricardo Week (Secretaria de La Etnia Negra/ Panamá).

Alexandro Reis (Seppir) apresentou os resultados do Programa Brasil Quilombola desde sua implantação pelo governo federal em 2004. No que se refere à Educação, destacou que em 2009 foram articuladas construções de 262 salas de aula em comunidades quilombolas, totalizando um investimento de 38 milhões que correspondem a 41 projetos aprovados. Para 2010, a meta é aumentar para 60 projetos aprovados.

José Chala apresentou o Plano Plurinacional para eliminar a discriminação racial e a exclusão étnica e cultural no Equador e falou sobre a campanha de autodefinição étnica afroequatoriana para o censo de 2010. Ricardo Weeks falou sobre a criação do Conselho Nacional da Etnia Negra, que através do Decreto Executivo nº 116 de 29 de maio de 2010, propõe políticas públicas inclusivas para a etnia negra panamenha.

Para amanhã (02/12), estão previstos mais três painéis: 1) Promoção dos Direitos das Mulheres Afro rurais das Américas; 2) Promoção da Soberania Alimentar; 3) Segurança alimentar em comunidades Afro rurais no Brasil, Colômbia, Equador, Panamá.

Por Daniela Yabeta - 03/12/2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

IV Seminário Memória e Espaço - Olhares Diversos

Seminário do Programa de Pós-Graduação em Memória Social da UNIRIO

Dia 30 de novembro de 2010
Auditório de Informática















9:30 - Abertura
10:00 - "Memória e fotografia", profa. Ana Maria Mauad (UFF)
11:30 - Comunicações
14:00 - "Memória e território", prof. José Maurício Arruti (PUC-Rio)
15:30 - Comunicações
17:00 - Evento cultural

terça-feira, 15 de junho de 2010

Fórum de Educação Afirmativa Sankofa

Fórum Educação Afirmativa Sankofa

Entre os dias 7 e 10 de junho o Arquivo Nacional recebeu o Fórum Educação Afirmativa Sankofa, uma iniciativa do Ipeafro – Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros. O objetivo do Fórum foi abrir espaço para a discussão e debate sobre políticas afirmativas de diversidade e inclusão no ensino brasileiro em todos os níveis, contemplando a história e cultura da população afrodescendente.

Na terça-feira (08 de junho), o tema da mesa foi “Políticas Afirmativas: interface entre acesso e conteúdo” e contou com a presença da professora Elielma Ayres Machado (UERJ) que falou sobre “Ações Afirmativas nas Universidades Públicas: a Lei 10.639/03 como política de Ação Afirmativa”. A professora apresentou o projeto realizado no Nirema/PUC (Núcleo Interdisciplinar de Reflexão e Memória Afrodescendente), em convênio com a UERJ, que tem como um de seus focos de análise o acompanhamento da implantação das políticas de ação afirmativa nas universidades federais e estaduais do Brasil desde 2003. Até agora já foram mapeadas 94 universidades federais e estaduais, dentre as quais 65 trabalham com políticas de ação afirmativa e 29 não apresentam nenhuma iniciativa. No que se refere a cotas para quilombolas, foram apresentadas três instituições: Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS/BA), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Na cerimônia de encerramento, realizada na quinta-feira (10 de junho), Dona Aparecida Silva Prudente, recebeu o Prêmio Ipeafro Sankofa. Dona Aparecida é mãe de Wilson Prudente, procurador do Ministério Público do Trabalho e de Celso Prudente, curador da Mostra Internacional do Cinema Negro.

Daniela Yabeta (Lapf-Puc/Rio) em 15/06/2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Educação Quilombola no III Fórum Aliança das Civilizações

Educação Quilombola no III Fórum Aliança das Civilizações


Entre os dias 27, 28 e 29 de maio o MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro sediou o III Fórum Alianças das Civilizações das Nações Unidas, uma iniciativa que busca mobilizar a opinião pública em todo o mundo para superar preconceitos e percepções equivocadas que, muitas vezes, levam a conflitos entre Estados e comunidades heterogêneas. O Fórum também tem o objetivo de contribuir para o estreitamento das relações entre sociedades e comunidades de extração cultural e religiosa diversas, assim como enquadrar a luta contra o extremismo na perspectiva da prevenção. A iniciativa atua em quatro áreas prioritárias: educação, juventude, meios de comunicação e migrações. Esta terceira edição do evento teve como tema “Interligando as culturas, construindo a paz”.

Participaram da sessão de abertura, no dia 28 de maio, o presidente Lula, o presidente da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, o Primeiro-Ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e o Ex-Presidente de Portugal, Jorge Sampaio, Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações.

Na reunião plenária de cúpula sobre “A Diversidade cultural como caminho para a paz”, os discursos da presidenta da Argentina, Cristina Kirchner e do presidente da Bolívia, Evo Morales, foram os mais aplaudidos. Kirchner destacou a necessidade da integração da sociedade pela Educação, o conhecimento como principal ferramenta para evitar o preconceito. Morales lembrou a historia dos povos andinos e amazônicos, que foram exterminados pelos colonizadores em nome da “civilização” e destacou que o grande desafio de hoje é salvar a humanidade e a natureza do capitalismo.

Na sessão temática “História como ferramenta de cooperação cultural”, João Carlos Nogueira, sociólogo e secretário-executivo da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), falou sobre a importância da implementação da Lei 10.639, que torna obrigatória a inclusão de História e Cultura Afro-brasileira nos currículos escolares, e da Lei 11.645, que inclui a História dos Povos Indígenas.

Sobre as comunidades remanescentes de quilombo, Nogueira destacou que em 1988, quando a Constituição Federal aprovou o artigo 68, que garante a essas comunidades a titulação do território onde vivem, acreditavam na existência de apenas 80 comunidades negras rurais. Hoje, duas décadas depois, estima-se que esse número possa chegar a quatro mil, daí a necessidade de pensar em uma “educação quilombola”.

Para Nogueira, “para que a História sirva como uma ferramenta de cooperação cultural, é necessário resolver nossas questões internas e, essas duas leis representam um grande avanço nesse sentido”.

Daniela Yabeta - Lapf/Puc/Rio em 31/05/2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Seminário "Reflexões sobre o TEMPO: Educação e História"

31 de Maio de 2010
Local: Auditório RDC
PUC-RioR. Marquês de São Vicente, 225Gávea
Realização: Departamento de Educação

9h-11h30

Mesa: Ciência e desenvolvimento cognitivo
Debatedora: Dominique Colinvaux (UFF)

Mais tempo ao Tempo: a construção de conceitos na infância
- Zena Eisenberg (PUC-Rio)

Medindo o tempo: contribuições das avaliações no Ensino Fundamental
- Fátima Alves (PUC-Rio)

Ciclos astronômicos em Museus de Ciência como ferramenta para o aprimoramento do conceito de tempo
- Douglas Falcão (Coordenação de Educação / MAST)



13h-14h30
Conferência: Na pátina do tempo: relações de fronteira entre história e antropologia
- Lilia Moritz Schwarcz (USP)



14h30-17h
Mesa: Representações sociais
Debatedor: João Feres Júnior (IUPERJ)

Tempo de diversidades e diversidade dos tempos: notas antropológicas sobre as novidades que a lei 11.645 pode nos oferecer
- José Maurício Arruti (PUC-Rio)

Governar à distância: Temporalidades dos espaços imperiais
- Ana Isabel Madeira (PUC-Rio)

Filosofia, cultura, arquitetura: a fundação do Altes Museum em Berlim
- Fabiano de Lemos Britto (PUC-Rio)


jm arruti

sexta-feira, 26 de março de 2010

Seminário PLURALISMO JURÍDICO E MULTICULTURALISMO na Escola Superior do Ministério Público

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO

PLURALISMO JURÍDICO E MULTICULTURALISMO
Escola Superior do Ministério Público
Brasília, 13 e 14 de abril de 2010


PRIMEIRO DIA
dia 13/04/2010

Abertura- 9:30- 10:00
Dra. Deborah Duprat, Vice-Procuradora-Geral da República

MESA 1- 10:00
Interculturalidad y pluralismo
Catherine Walsh
(Universidad Andina Simon Bolívar, sede Equador) – 40min

Debatedores:
Rita Segato/UNB - 20min
Paulo Tadeu Gomes da Silva/PRR- 3ª Região – 20min

Debates: 11:20-12:00


MESA 2- 14:00
Los desafios del pluralismo legal: derechos culturales, interlegalidad y pueblos originarios.
Manuel Alberto Jesús Moreira
(juiz e antropólogo, Presidente e fundador do CEDEAD / Centro de Estúdios em Antropologia y Derecho) - 40min.

Debatedores:
Alvaro Ricardo/PRMG – 20min.
Ricardo Verdum/INESC- 20min.

Debates: 15:20- 16:00

Intervalo: 16:00- 16:15

MESA 3- 16: 15
El pluralismo juridico en constitucionalismo latinoamericano
Raquel Irigoyen
(Instituto Internacional de Derecho y Sociedad/Peru) – 40 min.

Debatedores:
Raul Silva Telles do Valle /ISA – 15 min.
José Mauricio Arruti/ PUC-Rio e Observatório Quilombola - Koinonia – 15 min.
Walter Claudius Rothenburg/ PRR- 3ª Região – 15 min.

Debates: 17:40- 18: 20

SEGUNDO DIA
14/04/2010

MESA 1- 9:30
Pluralismo y justicia en Bolívia
Esteban Ticona Alejo
(Doutor pela Universidad Andina Simon Bolívar, Director General Academia Diplomática Plurinacional, Universidad Mayor de San Andrés / Carrera de Antropologia, La Paz) - 40 min.

Debatedores:
Paulo Cogo Leivas/ PRR- 4ª Região – 20 min.
Juliana Santilli/ Promotora de Justiça/MPDFT – 20 min.

Debates: 10:50- 11:30

MESA 2- 14:00
Diversidade cultural na Colômbia: análise de julgados da Corte Constitucional
Daniel Bonilla Maldonado
(Universidad de los Andes / Colômbia) – 40 min.

Debatedores:
Daniel Sarmento/PRR 2ª Região - 20 min.
Raquel Sparemberger, Pós-doutora UFSC - 20 min.

Debates: 15:20- 16:00

Intervalo: 16:00-16:15

MESA 3- 16:15
Estado plurinacional en el Equador
Raúl Llasag Fernandez
(advogado quéchua, docente de administración de justicia indígena de la Universidad Andina Simón Bolívar sede Ecuador) – 40 min.

Debatedores:
Gersem Baniwa/ MEC – 15 min.
Rosane Lacerda/UFG- 15 min.
Thaís Colaço/UFSC- 15 min.

Debates: 17:40-18:20

terça-feira, 9 de março de 2010

Vídeos do Seminário Panorama Quilombola 2009 no Portal da PUC-Rio

Estão disponíveis no Portal PUC-Rio, desde o início do ano, as gravações das Mesas Redondas realizadas no âmbito do Seminário:

Panorama Quilombola: Experiências e Políticas em Educação, Terra e Cultura

Realizado entre 30 de novembro e 02 de dezembro de 2009, o seminário foi uma iniciativa do Lapf, do Dep. De Educação da PUC-Rio, e contou com o apoio do Dep. De Direito, de Koinonia – Presença Ecumênica e Serviço, assim como da Rede Educação Quilombola (http://groups.google.com.br/group/reduq).


Mesa Redonda 1 - Experiências e políticas oficiais em educação para quilombos
(Dia 30/11)
Na tarde do primeiro dia houve uma mesa redonda sobre Experiências e políticas oficiais em educação para quilombolas, moderada por Fátima Alves (Dep. Educação PUC-Rio), com os expositores Joseline Brandão (Secretaria de Cultura e Cidadania do Ministério da Cultura, Brasília, Cassius Cruz (Secr. de Educação do estado do Paraná e Willivane Melo (Secr. de Educação do município de Santarém – PA), contando com José Maurício Arruti (Dep. Educação PUC-Rio) como debatedor.
Para assistir, clique aqui:


Mini-Fórum sobre escolas quilombolas do Rio de Janeiro
(Dia 30/11)
Na noite do primeiro dia houve um diálogo sobre as escolas quilombolas do estado do Rio de Janeiro, com a presença de gestores municipais, diretores de escolas, educadores e lideranças quilombolas.
Para assistir, clique aqui:

Mesa Redonda 2 – Territórios e Direitos
(Dia 01/12)
Na manhã do segundo dia houve uma mesa Redonda sobre Territórios e Direitos moderada por José Maurício Arruti, com os expositores André Videira de Figueiredo (Dep. Ciências Sociais UFRRJ), Daniela Vargas (Dep. Direito PUC-Rio), e Ronaldo Santos (Coordenação da Associação de Comunidades Quilombolas do Estado do Rio de Janeiro – Aquilerj), contando como dDebatedor, o prof. Augusto Werneck (Dep. Direito PUC-Rio).
Para assistir, clique aqui:

Mesa Redonda 3 – Pesquisa e Prática na Educação para Quilombos
(Dia 01/12)
Na tarde do segundo dia houve uma mesa redonda sobre Pesquisa e Prática na Educação para Quilombos. A mesa, moderada por José Maurício Arruti, teve como expositoras Glória Moura (Dep. Educação UnB), Caroline Leal (PPGA da UFPE) e Vânia Guerra (contadora de histórias e liderança da comunidade quilombola da ilha da Marambaia) e como debatedora, Vera Candau (Dep. Educação PUC-Rio).
Para assistir, clique aqui:

Mesa Redonda 4 - Cultura e Mercado: Festa, Patrimônio e Turismo
(Dia 02/12)
Moderada por Nilton Santos (Dep. Antropologia UFF), a mesa sobre Cultura e Mercado, contou com os expositores Rebecca Luna Guidi (Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular - CNFCP); Elaine Monteiro (Dep. Educação UFF e Coordenação do Pontão de Cultura do Jongo, RJ); Javier Alejandro Lifschitz (Dep. Ciências Sociais UNIRIO) e como debatedora Angela Paiva (Dep. De Sociologia e Política PUC-Rio).
Para assistir, clique aqui.


jm arruti

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Prorrogado o prazo de inscrição nas Sessões Coordenadas do seminário Panorama Quilombola

O prazo de inscrição de resumos para as Sessões Coordenadas do seminário "Panorama Quilombola: Experiências e Políticas em Educação, Terra e Cultura" foram prorrogadas até o dia 23 de novembro, próxima segunda feira.
Para inscrever seu resumo, clique aqui, preencha o formulário e o envie para o email do Lapf:
lapf@puc-rio.br

O seminário se realizará entre os dias 30.11 e 02.12 e contará com duas Sessões Coordenadas (dias 01 e 02.12, das 18 às 20hs), abertas à apresentação de trabalhos, sem restrições de disciplina ou nível de formação. No caso das inscrições excederem o número previsto de apresentações, a organização do evento poderá abrir uma sessão extra na quinta feira (dia 03.12) das 10 às 12hs.