O Lapf foi criado em 2008 no âmbito do Departamento de Educação da PUC-Rio, tendo sido registrado no diretório do CNPq entre 2009 e 2011. Seu objetivo foi a promoção da análise dos processos de agenciamento de identidades, memórias e territórios coletivos, em sua relação com os processos de produção e transmissão do conhecimento, tanto em suas modalidades escolares quanto não escolares. A partir de 2012, porém, suas atividades regulares foram encerradas. Este espaço permanece disponível como registro desta experiência de pesquisa e como meio para que seus antigos participantes eventualmente possam continuar divulgando e promovendo o tema.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

OS USOS DA ANTROPOLOGIA EM TEMPOS DE MULTICULTURALISMO OFICIAL


RAM 2009
Programação final do GT54
Buenos Aires, 28.09 a 02.10.09

OS USOS DA ANTROPOLOGIA EMTEMPOS DEMULTICULTURALISMO OFICIAL: DILEMAS E DESAFIOS DO FAZER ANTROPOLÓGICO EMCONTEXTOS DE PERICIAS, PROJETOS DE INTERVENÇAO E CARGOS TÉCNICOS NO ESTADO

COORDINACIÓN:
JoséMaurício Arruti (PUC-Rio, Brasil)
Morita Carrasco (UBA, Argentina)


1ª. Sesión – Antropologia e Peritagem
FECHA:MIÉRCOLES 30 DE SEPTIEMBRE
HORARIO: 9:00 A 12:15 HS.
LUGAR: SEDE IX - CCEBA

1. Leituras sobre comunidades remanescentes dos quilombos: Desafios e perspectivas para a elaboração de um laudo antropológico
Aline Ferreira (Brasil)

2. O assessor, o perito e o analista: hibridizando a prática antropológica
André Figueiredo (Brasil)

3. O serviço de antropólogo
Fernanda Lucchesi (Brasil)

4. Falar do Outro ou Falar pelo Outro. Dos limites e possibilidades da antropologia em uma instancia da política fundiária
HomeroMartins (Brasil)

5. Relato de experiência na avaliação do Projeto Microbacias 2 com populações indígenas em Santa Catarina
Cinthia Creatini Da Rocha (Brasil)

6. O Antropólogo como mago: conflitos e mediações em tempos de multiculturalismo
FlavioWiik e Gomes Silva, Eudardo (Brasil)

7. Estado y pueblos indígenas: experiencias de intervención
Ana González (Argentina)

8. O antropólogo perito: algumas reflexões sobre legitimidade e ética profissional
Lara Cyreno (Brasil)


2ª. Sesión – Antropologia, terra e território
FECHA:MIÉRCOLES 30 DE SEPTIEMBRE
HORARIO: 13:00 A 16:45 HS.
LUGAR: SEDE IX - CCEBA

1. Indio, quilombola, ribeirinho: o desafio do fazer antropológico em situações de disputas
Mércia Batista (Brasil)

2. Os antropólogos e a antropologia: os dilemas da evidência nas disputas territoriais
Benedito Souza Filho (Brasil)

3. Para além do território - reflexões antropológicas no reconhecimento de uma comunidade quilombola urbana
Flávia Costa (Brasil)

4. Perspectivas do trabalho antropológico na regularização de territórios quilombolas no INCRA de Mato Grosso
Renata Bortoletto Silva (Brasil)

5. Entre el reconocimiento jurídico, el amparo legal y la certificación académica. Reflexiones a partir de peritajes antropológicos en cuestiones de tierras en la Provincia de Salta, Argentina
AmaliaMarcela Álvarez,Mónica Flores Klarik y Norma Naharro
(Argentina)

6. ¿Quién ordena a quién? La experiencia de ordenamiento territorial en Salta
Florencia Boasso (Argentina)

7. A Baía de Camamu e o processo de mapeamento e reconhecimento das Comunidades Quilombolas no Baixo Sul: um breve recorte etnográfico
Ana Elizabeth Costa Gomes (Brasil)

8. Furnas dos Baianos: directos, territorios e o processo de afirmação como comunidade quilombola
Michely Aline Jorge Espíndola y LeviMarques Pereira (Brasil)


3ª. Sesión – Antropologia a partir do Estado
FECHA: VIERNES 2 DE OCTUBRE
HORARIO: 8:30 A 12:15 HS.
LUGAR: SEDE IV - UNSAMMITRE - AULA 2

1. Por uma antropologia engajada - a prática antropológica Em contextos de conflito em áreas quilombolas
Maristela de Paula Andrade (Brasil)

2. Intervención, tensión, realidades del Estado nacional mexicano y la antropología en México
Artemia Fabre Zarandona y Elisa Cruz (México)

3. Aproximando distancias. La antropología entre indígenas toba y el Estado
Lorena Cardín (Argentina)

4. Desafíos del enfoque antropológico para las intervenciones de desarrollo rural en Argentina
Maria Carolina Feito (Argentina)

5. Reflexiones de la etnografia de y en intervenciones del Estado
Verónica Briones (Argentina)

6. O Quilombo remanescente. Uma discussão teórico-metodológica acerca da aplicabilidade da Instrução Normativa 49/2008/INCRA
Lidianny Vidal Fonteles y otros (Brasil)

7. Saberes reversos, ou o difícil diálogo entre saberes “tradicionais” e poderes estatais: o processo de identificação e delimitação do território da comunidade negra Invernada Paiol de Telha (Paraná, Brasil)
MiriamHartung (Brasil)

8. O Inventário de Referências Culturais do BomRetiro: relações entre sociedade e Estado na constituição do patrimônio cultural brasileiro e os desafios enfrentados pela antropologia enquanto fazer técnico
Simone Toji (Brasil)


4ª. Sesión – Estado, legalidades e normatividades
FECHA: VIERNES 2 DE OCTUBRE
HORARIO: 13:00 A 16:45 HS.
LUGAR: SEDE IV - UNSAMMITRE - AULA 2

1. Relato sobre la estrategia para la incorporación del componente étnico y cultural por parte de los fiscales sobre diferentes pueblos indígenas en la aplicación de la Ley de Justicia y Paz
Esther Sánchez (Colombia)

2. Respeito à Diversidade Sócio-Cultural: desafios do Estado brasileiro em tempos de pluralismo jurídico
Mariana Figueiroa (Brasil)

3. "Usos da antropoloiga no movimento social surdo: normatividade múltipla e governamentabilidade"
César Augusto de Assis Silva (Brasil)

4. Duas barragens e dois tempos: poder e descaso planejado
Parry Scott (Brasil)

5. Niños, niñas y jóvenes en Tóez. Aportes al pluralismo jurídico desde las concepciones de infancia de la comunidad indígena Nasa del resguardo de Tóez Caloto
Elizabeth López Betancourt (Colombia)

6. De cómo se hace justicia en las comunidades indígenas en México. Las organizaciones comunitarias ante el vacío del Estado
Ana Hilda Ramírez (México)

7. Tensiones en torno de la educación intercultural como política pública
Maria Elena Martinez y otros (Brasil)

8. Politica de reconhecimento
Rosy de Oliveira (Brasil)

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